10 outubro, 2009

Do blog do Jorge da Cunha Lima

OBAMA E LULA


O NOBEL E AS OLIMPÍADAS

Estava com alguns espanhóis num encontro de televisão. Pareciam visivelmente felizes com a vitória do Brasil na luta pela Olimpíada. “–Esse Lula é fantástico”, diziam-me eles, “Enquanto Obama falava que desejava homenagear o avô, Lula falava do destino da América Latina, da oportunidade histórica, etc. etc.” O Brasil tinha de ganhar, mesmo.

No dia seguinte encontrei o mesmo grupo, de altos dirigentes de televisões espanholas, e um deles afirmou: ‘-Imaginem, só: o Obama ganhou o Nobel da paz”. Houve um silêncio constrangido até que um deles, mas gaiato, afirmou: “-Foi a justiça de Salomão. Deram o Nobel pro Obama e a Olimpíada para o Lula. Afinal, são os dois políticos mais interessantes do mundo”, concluiu.

Depois de uns brindes ao Lula e ao Obama, todos estavam com pena do Sarkozy, que não levou nada. Então, um boliviano, com um sorriso literário, afirmou:” – Quem tem a Carla Bruni não precisa de Nobel nenhum”.

Do blog do Zé Dirceu

Recebi e, com satisfação, publico o resumo de um texto em que o deputado José Genoino (PT-SP) externa sua posição sobre as eleições do próximo ano - Genoino expõe a estratégia que defende para o Brasil - uma eleição plebiscitária - e ainda para São Paulo, uma candidatura também única dos partidos da base do governo, o que aconselha a discussão do nome do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) como candidato a governador.

"O governo Lula - justifica Genoino - está se transformando num dos melhores da história do Brasil. No entanto, todos também concordam que isto não é garantia da vitória do PT em 2010. O PT, com Lula e os aliados, tem condição para construir uma vitória estratégica de continuidade deste projeto. Por isto, a eleição será plebiscitária. Devemos lutar para que nossa candidatura seja a única da base aliada".

No caso de SP (nota abaixo), pondera o deputado, "esta necessidade se torna mais imperativa. SP não é um Estado qualquer: centro econômico do país, concentra 23 % do eleitorado brasileiro e é onde o projeto político da direita, pavimentada durante três décadas de governos estaduais tucanos e pela tradição conservadora do Estado, é hegemônico."

08 outubro, 2009

A inveja mata. O ódio enterra.

Bastaram poucas horas após o anúncio de que o Rio será sede das Olimpíadas 2016 para que uma série de artigos de crítica ao presidente Lula e aos seus sentimentos de patriotismo, inundassem como uma torrente, as páginas on-line da Folha de São Paulo. Os artigos se repetem e questionam Lula como se, ao presidente de um país, não coubesse, nessa hora, elogiar o esforço daqueles que contribuíram para que a maior festa de congraçamento da humanidade viesse para o Brasil em 2016. O artigo é de Rogério Mattos Costa.


Rogério Mattos Costa

A inveja mata, diz um conhecido ditado.

Bastaram poucas horas após o anúncio de que o Rio será sede das Olimpíadas 2016 para que uma série de artigos de crítica ao presidente Lula e aos seus sentimentos de patriotismo, inundassem como uma torrente, as páginas on-line da Folha de São Paulo.

Os artigos se repetem e questionam Lula como se, ao presidente de um país, não coubesse, nessa hora, elogiar o esforço daqueles homens e mulheres que contribuíram para que a maior festa de congraçamento da humanidade, viesse para o Brasil, ainda que no longínquo 2016.

Acostumado a dizer que tem vergonha de ser brasileiro, um dos jornalistas da Folha dedica-se não só a ofender, como sempre faz, ao presidente Lula, mas a lembrar dos males que quinhentos anos de má administração, preconceito racial, irresponsabilidade social e muita impunidade, fizeram ao país.

Como se a Lula coubesse a culpa pela situação e não os méritos de pela primeira vez, enfrentá-la com boa, ainda que não suficiente, dose de coragem. Lembram ainda com ironia este e outros jornalistas da Folha, que o patriotismo foi usado pela ditadura militar para combater à esquerda, quando esta reclamava da falta de liberdades básicas, como a de imprensa. Assim, segundo eles, a esquerda, da qual Lula faz parte, não poderia usar o patriotismo, “uma arma exclusiva da ditadura” para comemorar o bom momento que vive o país em todos os setores da economia, da evolução da sociedade e do prestigio do país no exterior.

Outros vão mais além, merecendo o carinhoso apelido de “colonistas”, criado por Paulo Henrique Amorim em seu blog, para designar aqueles colunistas que pregariam abertamente a volta do Brasil à condição de colônia de potencias estrangeiras. Agora, é claro, já não a colônia de Portugal, mas de um grande país da América do Norte.

De qualquer forma, para um jornal que tem em seu currículo a acusação, nunca desmentida de haver emprestado veículos próprios, de seu patrimônio, para o transporte ilegal de cidadãos que caíram presos políticos, sem mandado judicial, durante uma ditadura militar, a Folha está em péssimas condições para combater o patriotismo ou o uso, por Lula das conquistas de seu governo.

Afinal, as acusações de colaboracionismo com a tortura não prescreveram e estão ao alcance de qualquer pesquisa, mesmo acadêmica e pela internet.

Ao fazer brincadeiras e ironias com os sentimentos patrióticos do povo e do presidente da República, a Folha ofende a memória não só dos mortos e torturados que suas caminhonetes eventualmente teriam transportado, mas de todos os que morreram combatendo o regime de exceção que seu proprietário, à época, ajudou a implantar.

07 outubro, 2009

As ilusões da esquerda

Bertold Brecht chamou sempre a atenção sobre a necessidade de tomar o inimigo pelo seu lado mais forte, não subestimá-lo, sob o risco de iludir-nos e preparar-nos para derrotas e não para vitórias. A esquerda - especialmente em tempos ruins para os ideais de esquerda - corre muitos riscos de cair em ilusões fáceis, o melhor caminho para a derrota.

Mecanismos de auto satisfação podem servir de forma imediata para elevar a auto estima de uma esquerda muito golpeada por sucessivas derrotas e retrocessos, mas não substitui uma análise rigorosa das situações concretas, não para nos determos nas denúncias, mas para propormos alternativas de superação das crises pela esquerda.

Uma grande ilusão que grassou amplamente na esquerda nos últimos meses foi a de que a crise capitalista atual levaria ao fim do neoliberalismo -que, para alguns, já terminou – e, até mesmo, do capitalismo. Que, paralelamente, a hegemonia norteamericana do mundo também estaria esgotada, superada, derrotada. Como se, por um passe de mágica, sem que forças antineoliberais e anticapitalistas tivessem construído projetos alternativos e capacidade de mobilização, de tomada de consciência, de organização e de ação, o neoliberalismo e o capitalismo fossem derrotados por suas próprias contradições internas.

Algumas visões, pela transferência mecânica da crise de 1929, chegaram a afirmar que entrávamos em uma era de guerras – sem dizer que outra potência ou grupo de potências as protagonizariam, como no caso anterior, porque as contradições atuais entre as grandes potências e mesmo com algumas emergentes como a China, se resolvem por outras vias que não a guerra, restando estas como guerras imperialistas localizadas, como as do Iraque, do Afeganistão, da Colômbia.

Nada mais equivocado e nada prepara mais o caminho para novos reveses da esquerda do que esse tipo de análise. Nem o neoliberalismo, nem o capitalismo, terminarão, se não são substituídos. Se se esgota o neoliberalismo, por exemplo, e não existe alternativa e força de esquerda para substituí-lo, poderá ser sucedido por outro modelo, organizado e dirigido pelas mesmas forças dominantes de hoje.

As visões que anunciam o fim desses modelos hegemônicos e formas de organização da sociedade e do Estado, sem apontar quem os derrubaria e por que seriam substituídos, estão supondo uma sucessão mecânica de modelos e de formas de sociedade, independentemente da intervenção dos homens. Seria um retrocesso a visões organicistas da história, segundo as quais haveria uma sucessão predeterminada de modos de produção e um finalismo, que conduziria a história numa determinada direção, sem intervenção dos homens, dos Estados, das forças organizadas, defendendo interesses determinados.

Quando aos catastrofismos anunciados se sucede não a superação dos modelos hegemônicos, mas a superação relativa da crise, esses arautos da catástrofe ficam despreparados para dizer qualquer coisa, a não ser anunciar que “o pior está por vir”. Depois de ter tomado a interpretação de Lênin sobre o imperialismo como “a fase superior” do capitalismo, como sua fase última – e não como sua fase superior -, o movimento comunista internacional, para compensar o isolamento e a fraqueza da URSS nos anos 1930 e 40, com o auge do fascismo, passou a falar de “segunda etapa da fase final do capitalismo”, e assim sucessivamente.

Os catastrofismos sempre fracassaram, se revelaram inócuos depois do impacto que suas previsões supostamente fundadas na realidade, provocaram. O mais tradicional deles, o malthusianismo, se revelou falso, porque se produz alimentos mais do que suficientes – praticamente o dobro – do que a humanidade requer, só que pessimamente distribuídos. O problema dos catastrofismos – biológicos, econômicos, ecológicos – é que não levam em conta as contra tendências, tomam uma tendência real e a projetam mecânica e linearmente para o futuro. Os chineses já possuem a maior indústria automobilística do mundo, contaminam o meio ambiente, mas isto não leva a uma catástrofe ecológica mundial.

Gramsci comentava as previsões de Trotsky sobre o caráter socialista da revolução em escala mundial, dizendo que se é certo que um dia cada menina se tornaria uma mulher, nem por isso ela deveria ser violentada quando era menina, para apressar esse processo. Os processos históricos são resultado das condições objetivas e da ação – consciente ou não – dos homens sobre essas condições. O mundo não caminha para o socialismo, independentemente dos projetos e das forças que se organizem em função desse projeto, da mesma forma que a humanidade não está condenada a viver sob o capitalismo. A história é um processo aberto, que depende da ação consciente e organizada dos homens e mulheres, como o momento atual o confirma.

fonte: Blog do Emir

Em Sorocaba




Dr. Alexandre Ogusuku Presidente

06 outubro, 2009

No blog Opinião Socialista há um vídeo interessante de uma fala do Deputado tucano Panunzio dizendo, em rádio, que corrupção não começou no Governo Lippi.

Passa lá...


"Judicialização da política"

Magna Inácio, cientista política da UFMG fez uma análise interessante do papel da oposição no Governo Lula.

A alta popularidade de Lula, constrange a oposição. E mais que isso: afeta a construção de um projeto alternativo.

A coalização supramajoritária e heterogênea do Governo no Congresso, reduz a capacidade de ação das oposições e possibilita que muitos opositores votem, pontualmente, com o Governo.

Gostei da expressão "judicialização da política", destacando que a única forma ágil da oposição reagir é através do judiciário: revertendo decisões ou garantindo direitos.

Megalonanica condenação da mídia nativa


Assim, Mino Carta classificou o posicionamento da mídia brasileira frente ao auxílio que o Brasil deu a Zelaya, presidente golpeado de Honduras:

"(...) Tudo serve ao propósito de minar o pedestal governista. No momento, trata-se de explorar a questão hondurenha. Candentes aos editoriais, ainda redigidos no tom, na letra, no conteúdo, no mesmo estilo que os caracterizava, começos dos anos 60, ao invocar o golpe enfim desfechado pelos carabineiros dos inestinguíveis donos do poder no final de março de 1964.


O tempo passa,  e o pessoal não arreda pé de seu ideário. (...)".
Está na Carta Capital desse mês.

Enquanto isso, o mundo aplaude.

04 outubro, 2009

O Brasil derrota os corvos

"Lula tinha que dar errado, como Evo tinha que dar errado, como Hugo Chávez tinha que dar errado. Um é de origem nordestina e operária, o outro é indígena, o terceiro é um mulato. Mas quem fracassou foram os tucanos, aqui, com FCH, na Bolívia, com Sanchez de Losada, na Venezuela, com Carlos Andrés Perez. Não por acaso o governo de FHC apoiava àqueles, Lula apóia aos que os sucederam e, estes, por sua vez, têm a Dilma como candidata. "

Leia o artigo de Emir Sader. Clique no título.

Morreu Mercedes Sosa



Mercedes Sosa foi uma cantora argentina de grande apelo popular na América Latina. Com raízes na música folclórica argentina, ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción. Apelidada de La Negra pelos fãs devido à ascendência amerindia (acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros no exterior), ficou conhecida como a voz dos "sem voz".

Sempre foi ativa entre os movimentos peronistas de esquerda, fez oposição ao presidente Carlos Menem e manifestou apoio às eleições de Néstor e Cristina Kirchner.

Sua preocupação sócio-política refletia-se no repertório que interpretava, tendo sido uma das grandes expoentes da Nueva canción, movimento musical com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas marcado por uma ideologia de rechaço ao imperialismo norte-americano, ao consumismo e às desigualdade sociais.

Faleceu aos 74 anos de idade, hoje, às 5h15min (horário local), em Buenos Aires.

Fará muita falta.

Yes we créu

Médico defende política de combate a DST/HIV/Aids para os excluídos

O médico Paulo Roberto Teixeira destacou nesta sexta-feira (02/09), durante a 3ª Conferência Municipal de DST/HIV/Aids, a necessidade de desenvolver ações que incluam grupos de vulnerabilidade social dentro das políticas públicas de saúde. Ele citou os exemplos de presidiários, profissionais do sexo e moradores de rua.


Segundo ele, dados preliminares de estudos feitos recentemente mostram que o índice de contágio pelo vírus HIV ainda são alarmantes dentro destes grupos específicos. “São pessoas que muitas vezes não se encaixam nos perfis dos programas já existentes e também não são alvo de um trabalho diferenciado”, acredita.

03 outubro, 2009

Rio 2016

A realização dos Jogos Olímpicos e Paraolimpicos de 2016 no Rio trarão benefícios significativos não só para a economia da cidade sede, como também para o Estado e o país, conforme apurado no estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP), encomendado pelo Ministério do Esporte.

Os efeitos multiplicadores antes, durante e após a realização do evento, como observado pelo estudo, incluem o aumento da produção, expansão dos serviços, maior arrecadação de impostos e crescimento da oferta de empregos e de massa salarial. De acordo com o resultado da pesquisa, a previsão é de que o impacto dos Jogos na economia brasileira chegue a R$ 102 bilhões.

Pelos cálculos da pesquisa, para cada US$ 1 investido, outros US$ 3,26 adicionais seriam gerados até 2027. Na cadeia de benefícios, o estudo também estima que até 2016 sejam criados 120 mil empregos por ano, passando para 130 mil a cada um dos dez anos seguintes. Isso porque, 55 setores da economia destacaram-se entre os que mais poderão se beneficiar com a realização do megaevento. Do ponto de vista nacional são eles: construção (10,5%), serviços imobiliários e aluguel (6,3%), serviços prestados às empresas (5,7%), petróleo e gás (5,1%), serviços de informação (5,0%), e transporte, armazenagem e correio (4,8%).

O estudo da FIA conclui ainda que, com base nas previsões de investimento, retorno em impostos, somados os valores da arrecadação adicional municipal, estadual e federal, corresponderá a 40% dos gastos públicos, estimados em R$ 23 bilhões, para a realização dos Jogos.


Para o presidente do Comitê de Candidatura Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, os resultados do estudo da FIA só reforçam o poder de transformação da cidade sede e do país com a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolimpicos. “Esta é a prova do quanto um evento desta magnitude pode trazer de benefícios para toda a população. Estamos certos de que o projeto Rio 2016, além de acrescentar diferencial ao Movimento Olímpico marcará positivamente a trajetória socioeconômica do Brasil”, destacou Nuzman.









Fonte: Comitê Rio-2016

02 outubro, 2009

Artigo sobre a derrota da direita com a nomeação de Toffoli no meu blog:

http://blogdodaniellopes.blogspot.com
Entenda as razões pelas quais a extradição de Cesare Battisti é juridicamente impossível, por Luiz Roberto Barroso, do site Migalhas:
está no meu blog:
blogdodaniellopes.blogspot.com

CPI das Propinas já tem cinco assinaturas

Cinco vereadores já assinaram o pedido para instalação da CPI das Propinas na Câmara Municipal de Sorocaba, articulado pelo Partido dos Trabalhadores para investigar o recebimento de propinas por membros do Governo Vitor Lippi. O pedido que já contava com a assinatura dos vereadores petistas Francisco França e Izidio de Brito Correia, ganhou a adesão dos vereadores José Caldini Crespo (DEM), Tonão Silvano (PMDB) e Mário Marte Marinho Jr (PPS).

O pedido de CPI foi motivado pelo afastamento de Maurício Biazotto, Secretário de Governo de Vitor Lippi, após ter seu nome envolvido na Operação Pandora, da Polícia Civil, que investiga esquema de cobrança de propinas para legalização de postos de gasolina, em Sorocaba. A operação prendeu na tarde de segunda-feira (28/9), a empresária e ex-presidente do Sincopetro, Ivanilde Vieira Serebrenic.

As investigações apontam ainda para o nome do Secretário de Desenvolvimento Econômico, José Dias Batista Ferrari, que foi coordenador financeiro da campanha de reeleição de Vitor Lippi, em 2008. Há suspeitas de que o Hipermercado Extra, um dos principais doadores da campanha de Vitor Lippi em 2008, tenha pago propina de R$500 mil para liberação de alvará de funcionamento.

Além da adesão dos três vereadores da base aliada do governo municipal, o pedido de CPI tem recebido apoio de diversas entidades representativas da sociedade civil organizada. Na última quinta-feira (1/10), dez entidades somaram-se aos quatro sindicatos que já haviam manifestado apoio à iniciativa. Juntaram-se à Subsede Regional da CUT, aos Sindicatos dos Metalúrgicos, dos Rodoviários e dos Trabalhadores da Indústria do Vestuário, os Sindicatos dos Têxteis, do Papel e Papelão, dos Jornalistas, dos Psicólogos, dos Trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos, além da Associação dos Metalúrgicos Aposentados de Sorocaba e Região (AMASO).

As Associações de Moradores dos bairros Ipanema Ville, Vila Zacarias, Parque das Laranjeiras, Júlio de Mesquita Filho e o vice-presidente da Associação de Moradores da Árvore Grande também aderiram ao movimento, que já contava com o apoio dos seis núcleos de bairro do PT (Além Ponte, Júlio de Mesquita Filho, Vitória Régia, Parada do Alto, Aparecidinha e Laranjeiras).

Para o presidente do PT a tentativa da Prefeitura de lançar uma sindicância interna como apoio de algumas entidades só complica a situação da Administração. "A Prefeitura convoca essas entidades numa tentativa de demonstrar transparência, quando na verdade o que está tentando é ludibriar a opinião pública", defende. "O Legislativo é o órgão a quem compete fiscalizar as iniciativas do Executivo e a adesão das entidades que representam a sociedade civil organizada só comprova que a CPI é o meio mais legítimo para se tratar de questões tão sérias", completa.

O Diretório Municipal do PT já está organizando para esta sexta-feira, a distribuição de um informativo pedindo o apoio da população à instalação da CPI das Propinas.

fonte: PT Sorocaba
Com 58 votos favoráveis, nove votos contrários e três abstenções, a indicação de José Antônio Dias Toffoli ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi confirmada pelo Plenário do Senado na noite de quarta-feira (30/09).
A confirmação ocorre após mais de 7 horas de sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Toffoli foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

01 outubro, 2009

60 anos da revolução Chinesa



Numa clara exibição de poderio militar, a China celebrou hoje 60 anos da Revolução Comunista Chinesa e fundação da República Popular da China. Na capital, Pequim, a Praça da Paz Celestial (Tiananmen) foi o palco do maior desfile militar da história do país.

Do mesmo lugar onde Mao Tse-Tung há 60 anos proclamava a fundação da República Popular da China, Hu Jintao, atual presidente, fez questão de ressaltar o êxito da história recente do país, o socialismo e a abertura econômica que acabaram levando a China a ser a terceira maior economia do mundo e ter status de superpotência mundial.

“O desenvolvimento e progresso da nova China nos últimos 60 anos demonstram plenamente que somente o socialismo pode salvar a China e somente a reforma e abertura podem garantir o desenvolvimento do país”, disse Hu, na presença da cúpula do Partido Comunista.

O líder conclamou os chineses a se unirem na construção de um país “rico, forte, democrático, civilizado, harmonioso e com um modelo socialista moderno”.

Para terminar, cerca de 5 mil crianças com balões coloridos nas mãos formaram um quadrado com os dizeres: “O amanhã será melhor”.

fonte: Ópera Mundi