15 janeiro, 2009

E na bundinha, Paulo Skaf, não vai nada?

As grandes indústrias brasileiras, lideradas pelo presidente da FIESP, Paulo Skaf, defendem que que a maioria dos trabalhadores tenha seus salários reduzidos, com redução proporcional da jornada de trabalho.

Em contrapartida não oferecem nada. Nem mesmo garantia de emprego para os trabalhadores.

A proposta dos empresários só serviria para aumentar a crise. Com a redução de salários e demissões, haverá redução do mercado consumidor, ampliando ainda mais os efeitos da crise.

No mundo todo, os economistas apontam no sentido inverso. Manutenção do emprego e ampliação do investimento público, políticas "anticiclícas" para conter a crise.

E quem diz isso não são os marxistas. São economistas neokeynesianos e ex-neoliberais, que perceberam que a vaca está indo pro brejo.